Nos finais do século XV a Grande Espanha era já um império multicultural e multinacional que se debatia com revoltas domésticas, conflitos internacionais e revoluções culturais.
Naufrágios
Histórias do mar e de quem lá nele andou
A 31 de Outubro de 1724, o navio Slot ter Hooge, da câmara da Zeelândia da Companhia Holandesa das Índias Orientais - Vereenigde Oostindische Compagnie Middelburg Zeeland - partia do porto de Amsterdão com destino a Batavia, na actual Indonésia.
Entre 10 e 13 de Novembro de 1876, o Atlântico oriental foi fustigado por um temporal medonho.
O rebocador espanhol Duende desapareceu algures entre os dias 6 e 7 de Fevereiro de 1978 na costa portuguesa a sul de Lisboa.
Hoje em dia, o sonho de qualquer mergulhador português, cansado das águas frias e verde-glaucas da nossa costa, é fazer um liveaboard no Mar Vermelho e ver de perto os grandes naufrágios que por lá existem. Pelo contrário, em 1904, centenas de portugueses viveram o pesadelo de naufragar no Mar Vermelho.
O Ares era um cargueiro holandês de 3980 toneladas construído em 1921 pelos estaleiros Werf Conrad N. V., de Haarlem, para a companhia Koninklijke Nederlandsche Stoomboot Maatschappij (KNSM), de Amesterdão.
Para a navegação local entre-Espichel-e-Sines, 1926 decorreu da forma habitual - com inúmeros acidentes marítimos.
O navio a vapor Primavera foi lançado à água a 7 de Novembro de 1878 pelos estaleiros Alexander Stephen and Sons Limited, de Govan, arqueando 2083 toneladas brutas.
A 7 de Fevereiro de 1878, sob forte tempestade de sueste, um navio a vapor naufraga na baía de Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores.
O naufrágio do Dori é um dos ex-libris do mergulho açoriano, sendo um dos locais mais visitados pelos mergulhadores que usam a ilha de São Miguel como plataforma de mergulho.